
Entre tantas outras influências que povoaram meu imaginário durante a infância, o universo de Star Wars era o mais forte. Conhecer essa obra prima foi um divisor de águas na minha vida: assistindo aquela fita VHS que meu primo tanto adorava, encontrei todos os elementos do que, em minha modesta opinião, fazem uma boa aventura: ação, heroismo, pitadas de comédia, um vilão fudido, um cenário complexo e batalhas épicas. A partir daquele momento, nasceu em mim o nerd incurável que até hoje enche a paciência dos amigos discutindo sobre anéis de projeção mental e garras de adamantium.
Essa história foi contada para ilustrar o que senti quando vi a nova animação Star Wars: Clone Wars, exibida pelo Cartoon Network e, recentemente, nas manhãs da TV Globo. Puta que pariu, estava tudo lá! Num ritmo frenético, mas bem construído, o desenho narra os eventos ocorridos entre os filmes II e III, conhecidos como as Guerras Clônicas. Apesar disso, a série não se prende nos heróis da série cinematográfica, mas expande esse universo apresentando novos personagens e lugares, como o mestre jedi Fisto e o esconderijo do gen. Grievous. Fazia tempo que eu não passava o tempo me imaginando como Jedi, apesar dos meus 20 e poucos anos fazerem essa afirmação parecer um pouco estranha.
Dedico o post a Felipe "Frodo", o primo tão viciado em Star Wars quanto eu.